domingo, 8 de março de 2015

A ARTE DIGITAL DE MARCEL CARAM REAFIRMA OS PRECEITOS DO SURREALISMO











MARCEL  CARAM  






Marcel Caram é um artista digital brasileiro fascinado com o Surrealismo. Suas obras remetem aos conceitos que Salvador Dali e René Magritte usaram em suas pinturas, mostrando um pouco de um universo paralelo no qual a transcendência do fluxo do pensamento e dos sonhos tentam captar os mistérios da mente









































































































O artista brasileiro Marcel Caram abre  um diálogo em sua obra com duas referências icônicas da arte surrealista que surgem, imediatamente, em nossa memória no primeiro contato com seu trabalho: Salvador Dali e René Magritte. 











De Salvador Dali, a tendência ao absurdo, ao grandioso mundo imaginário que é desbravado e que nos convida às imagens que causam, até hoje, uma profunda e deliciosa estranheza. 













































































Mas é no universo do pintor belga, Rene Magritte que Marcel vaga em busca do antídoto inconsciente: O ordenamento dos objetos. O uso do espaço longínquo, a vastidão meticulosa, o jogo que nasce do questionamento entre artefatos reais e nossa relação com os mesmos, às vezes até, imperceptível, mesmo que íntima. 
























































































A luz percorrendo até aonde o olhar se perde, a solidão de personagens que parecem absurdamente iguais a nós em sua dimensão moldurada, a ausência de uma poluição visual, em outras palavras, certo enxugamento de ideias é um dos pontos que aproxima a arte de Marcel Caram a arte de Magritte.

































































































































































































































































A Arte assim como o ser humano é mutável. Suas linguagens se agregam a novas experiências, contemporâneas tecnologias e esta tornam-se, para o artista, ferramentas que possibilitam agregar a sua obra à outros elementos e lhe permite continuar criando o até então, inimaginável. 






























































Nascida do avanço tecnológico da metade do século XX, com a evolução dos hardwares e softwares, a Arte Digital trouxe ao mundo das artes novas abordagens que se disseminaram em intensos experimentos. 

























































































































































































domingo, 22 de fevereiro de 2015

Hipster in Stone - Toda Nudez Será Bem Vestida Na Arte do Fotógrafo Leo Caillard













Hipster in Stone  



por Leo Caillard







Este projeto intitulado "Hipster in Stone" foi criado em Paris, França, pelo fotógrafo Leo Caillard. O projeto conta com estátuas romanas vestindo roupas super hip. 










Imagens de esculturas clássicas são re-imaginadas e editadas de forma que as mesmas aparecem vestindo roupas contemporâneas num estilo hipster.








Quem pode dizer que os números apresentados na pedra do grego Agora não eram a maior representação da forma humana naquele momento? 

As estátuas desnudas revelam a magnificência da forma e do equilíbrio clássico, mas o que os gregos vestiam quando não estavam posando para escultores e artesãos?










Aparência, em todas as suas muitas nuances, representam também, em alguma medida, algo  do caráter humano. "Roupas constituem o homem", como William Shakespeare escreveu em Hamlet. 









O senso indica um vestido de prioridades, as escolhas, e o estilo de vida. 

Você está "in" ou você está "out"? 

Você está Hipster ou Classico? 





















Com quais tribos você se identifica na hora de se vestir? 

Qual tribo representavam os homens que na antiga Grécia posaram para estas estátuas do projeto "Hipsters in Stone"?

O fotógrafo Leo Caillard apresenta uma distorção sobre estes temas, tenta tirar o máximo do mundo Classico e adicionar um toque contemporâneo às esculturas usando calças cortadas, Ray Bans, camisas xadrezes e similares, e de repente esses ícones artísticos clássicos se tornam emblemáticas formas completamente novas.

































O trabalho de Léo Caillard pretende alterar a experiência de visualização das imagens em um ambiente de mídia mais saturado.

"Nós vemos milhares de imagens diferentes a cada dia ... As pessoas começam a perder a capacidade de refletir sobre o que elas estão olhando", disse Léo Caillard uma vez. 















O artista manipula fotografias para alterar as percepções dos espectadores e ativar novas formas de olhar, esculturas clássicas são re-imaginadas e editadas de forma que aparecem vestindo roupas contemporâneas, lançando assim um novo olhar sobre a arte. 






















































































































































































































O que é Hipster?









Hipster é uma palavra inglesa usada para descrever um grupo de pessoas com estilo próprio e que habitualmente inventa moda, determinando novas tendências alternativas.









O termo deriva de “hip”, um adjetivo inglês usado desde a década de 1940 com o significado de “descolado” ou “inovador”, designando os jovens brancos e ricos que imitavam o estilo dos negros do jazz.











No início de 2000, a palavra surgiu para classificar um grupo de pessoas que na maior parte das vezes tem entre 15 e 25 anos, geralmente de classe média, que combina peças de roupa de estilo moderno e vintage, compondo um look original.

Para criar o estilo extravagante, os hipsters resgataram alguns acessórios antigos como chapéus fedora e óculos escuros modelo wayfarer. As calças skinny, poá e alguns padrões de xadrez são destaque em suas roupas.







Normalmente os hipsters têm um gosto musical bastante distinto, não gostando de bandas e músicas muito comerciais. Normalmente gostam de ouvir Tom Waitts, Bob Dylan e bandas de rock alternativas. Têm preferência por filmes antigos e adoram frequentar brechós, feirinhas, galerias de arte e museus.







Gostam de contrariar as convenções sociais, têm antipatia pela cultura comercial dominante e procuram resgatar as culturas populares locais. São contra aquilo que é descrito em inglês como mainstream, palavra que descreve os costumes, tendências e modas mais populares e seguidas pela maioria.








































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