quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Compositor brasileiro recria melodia inspirado em pássaros num fio elétrico






Ao ver no jornal uma foto de passarinhos descansando num fio elétrico, o compositor brasileiro Jarbas Agnelli teve uma inspiração e testou para ver qual seria o resultado de sua ideia. No lugar de cada pássaro, ele desenhou uma nota musical.









Certa manhã, ao ler um jornal, Jarbas Agnelli viu uma fotografia de pássaros em um fio elétrico. Ele recortou a foto, pois sentiu-se inspirado a fazer uma música usando a localização exata dos pássaros pousados na rede como notas musicais. O músico ficou curioso para ouvir a melodia  que as aves criaram. Ele enviou a música para um fotógrafo chamado Paulo Pinto, que mostrou-a a seu editor, que por sua vez contou o fato a um repórter e a história terminou com uma entrevista no jornal.  


Jarbas Agnelli acabou Vencedor do YouTube Play Guggenheim Bienal Festival.
















"Eu vi essa foto de pássaros nos fios elétricos  e resolvi fazer uma música usando a localização exata dos pássaros como notas. Eu estava apenas curioso para ouvir o que melodia os pássaros estavam criando."


 Jarbas Agnelli 




































As andorinhas de Antônio Nobre



Cassiano Ricardo





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O poema do escritor modernista Cassiano Ricardo (1895-1974) chamado "As andorinhas de Antônio Nobre" foi musicada na década de setenta por João Ricardo , integrante do grupo "Secos & Molhados" e consta no álbum ALBUM SECOS & MOLHADOS (1973).







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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

FLOR DA NOITE - NANA CAYMMI























Videoarte do fotógrafo e artista plástico pernambucano Cafi para a canção "Flor da Noite", interpretada por Nana Caymmi no álbum Liebe Paradiso, de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos.



























sábado, 13 de dezembro de 2014

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DEVANEIOS DE VAN GOGH
















Os pescadores sabem que o mar é perigoso 
e a tormenta terrível, 
mas este conhecimento 
não os impede de lançar-se ao mar.



Van Gogh




















Se você perdeu dinheiro, perdeu pouco. 
Se perdeu a honra, perdeu muito. 
Se perdeu a coragem, perdeu tudo.



Vincent Van Gogh













Não extinga sua inspiração e sua imaginação; 
não se torne escravo do seu modelo.



Vincent Van Gogh














Prefiro morrer de paixão a morrer de tédio.


Van Gogh
































Quando sinto uma terrível necessidade de religião, 
saio à noite para pintar as estrelas.





Vincent Van Gogh













HOMOSSEXUALIDADE, A ARTE DA NATUREZA PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS









UMA TENTATIVA DE SE EXPLICAR 

A HOMOSSEXUALIDADE BIOLOGICAMENTE










































domingo, 30 de novembro de 2014

Curta Metragem divertido e sério consegue criar um verdadeiro épico - La Détente de Pierre e Bertrand











Pierre e Bertrand dedicaram um bom tempo do seu trabalho para criar este imaginativo curta-metragem intitulado La Detente. Ao longo de quatro anos,  a dupla criou em 3D  um épico. 














O filme conta a história de um soldado francês na I Guerra Mundial, que fica paralisado de medo quando se encontra nas trincheiras da Guerra, porém, o jovem cria um subterfúgio para escapar do pesadelo desumano da realidade: em sua mente ele desconecta-se da realidade para um mundo imaginário onde somente os brinquedos vão lutar, em vez de seres humanos.








Pierre e Bertrand ganharam muitos prêmios com este curta que foi exibido no festival de cinema de Cannes em 2011.
























 “La Detente” (França, 2011), satiriza o início de uma guerra, e depois nos faz refletir sobre o impacto psicológico de quando se cai na realidade.






Confira abaixo o curta La Detente de Pierre e Bertrand
































A DOR EXPURGADA ATRAVÉS DA ARTE









A arte protege-nos da verdade que mata,

F. Nietzsche











O Sacrifício de Isaac - Pintura de Caravaggio

1590-1610; Óleo sobre tela; Uffizi











Judith  Decapitando Holofernes  - Caravaggio
c. 1598; Óleo sobre tela, 56 x 76 3/4 3/4 in; Galleria Nazionale dell'Arte Antica, Roma







Judith Matando Holofernes 
Pintado por  Artemisia Gentileschi      
Museu de Capodimonte, em Nápoles      





O tema de Judith Matando Holofernes é um dos episódios do Antigo Testamento que é mais frequentemente retratado na história da arte. No entanto, com exceção de Judith e Holofernes pintado por Caravaggio, preservado na Galeria Nacional de Arte Antiga Roma, nunca ninguém foi capaz de representar tal cena com tamanha crueza e dramaticidade como Artemisia Gentileschi nesta pintura impressionante. 

A heroína bíblica, com a sua criada, vai para o campo inimigo, seduz e, em seguida, decapita Holofernes, o inimigo feroz geral. Esta pintura é a mais famosa de Artemisia Gentileschi, com a qual seu nome é associado imediatamente. rapidamente. 










Davi e Golias -   Caravaggio

Salomé - Caravaggio

















Dante e Virgílio no Inferno, quadro de William

Pintado por Adolphe Bouguereau.













Francisco Goya Saturno,1821-1823 




Saturno é o deus romano identificado a Cronos, um dos Titãs, na mitologia grega. De acordo com uma lenda, Cronos teria sido advertido de que um dos seus filhos o destronaria e passou então a engoli-los por ocasião de seu nascimento. Saturno é também a encarnação do Tempo, para os romanos, e o Tempo devora todas as coisas. Na representação que fez Goya perceba-se como o fundo negro colabora para o sentimento de terror da figura, juntamente com a desproporcionalidade dos corpos representados, e como essa impressão é de certo modo deslocada de seu horror habitual, quando observada em detalhe a cabeça com a boca escancarada do gigante grisalho, o qual possui um certo ar típico, ao mesmo tempo trágico e cômico, das caricaturas “penetradas de humanidade” 









Saturno devora um de seus filhos. Pintura de Rubens,  Óleo sobre tela; 180×87 cm; 1636-1638
































sábado, 22 de novembro de 2014

Rivière Noire - Um Sentimento que BATE LONGE















A jornada de Orlando Morais na França rendeu mais um bom fruto: o primeiro álbum do grupo Rivière Noire que o cantor e compositor brasileiro formou com Jean Pascal, Lamoot Danae e que é um sucesso de crítica e venda na França e em outros países da Europa. O disco, gravado em Bamako, leva o nome do grupo e conta com a participação dos músicos do Mali Moffou (incluindo KASSE MADY e Bako Dagnon).


















Sessão acústica com Rivière Noire (trio formado por Orlando Morais, Jean Pascal Danae e Lamoot) interpretando no barco Mektoub a canção Bate Longe de Orlando Morais, navegando no rio Sena (Paris).











DVD “Rivière Noire”, de Orlando Morais, projeto do cantor e compositor feito em parceria com Pascal Danae e Jean Lamoot que mistura ritmos e sons vindos da América do Sul, África e Europa.

Os três foram buscar no Mali, antiga colônia francesa da África Ocidental, o talento e a energia de artistas locais. A aventura foi registrada em forma de documentário e o resultado foi visto em dois shows realizados em Paris.









Rivière Noire  - BATE LONGE  ( Orlando Morais )
























domingo, 9 de novembro de 2014

Documentário sobre Cássia Eller ganha primeiro trailer















Cássia Eller 

Documentário dirigido por Paulo Henrique Fontenelle









A lembrança pública que se tem de Cássia Eller é a da cantora extrovertida, um tanto tresloucada e com pleno domínio do palco. Já a imagem que amigos guardam é a da mulher tímida, alheia aos holofotes e bastante ligada à família. Portanto, para seu documentário “Cássia”, o desafio do cineasta Paulo Henrique Fontenelle foi compreender e unir esses dois lados de uma artista que marcou a música brasileira, mas acabou morrendo prematuramente, em 2001, aos 39 anos. 





















“Cássia” é um documentário musical que retrata a trajetória de um ícone da música brasileira: Cássia Eller. Distribuído pela H2O Films, dirigido por Paulo Henrique Fontenelle e produzido pela Migdal Filmes, o documentário mostrará através de imagens inéditas do arquivo da cantora e depoimentos de amigos e familiares, a intensidade desta artista que conquistou o país.

Lançamento: 15 janeiro de 2015
Dirigido por: Paulo Henrique Fontenelle
Com: Cássia Rejane Eller 
Gênero: Biografia , Documentário
Nacionalidade: Brasil









A PELE QUE HABITO - UMA ARTE QUE SE REVELA NOS ABRINDO PARA ALÉM DA PELE

















Danny Quirk, artista gráfico, cria espantosa arte pintando no corpo de pessoas desenhos que nos dão a sensação de estarmos vendo mais profundamente, para além da pele, ou pintando em telas tradicionais sobre o mesmo assunto.









O artista tem a intenção de mostrar ao público o que realmente está debaixo da pele, embora essa arte possa não ser para os "fracos", ela fascina e chama a atenção de qualquer pessoa.








Elaboradamente, o artista  expõe músculos e ligamentos de forma realista, através de uma paleta em cortes da pele humana. A brincadeira do artista,  Danny Quirk, sobre o corpo humano, revela a beleza de sermos mais do que a pele pode dar a entender e vai mais profundamente na complexidade do corpo humano.































































Inspirado na recente criação do traje de Halloween macabro de sua namorada, a Pratt Institute encontrou uma maneira de usar o látex líquido e marcadores Sharpie para criar uma arte única sobre o corpo .























































































































































































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