sexta-feira, 24 de julho de 2015

UMA CANTORA QUE É CÉU E UMA ARTE SEM LIMITE

















Céu (estilizado como CéU ), nome artístico de Maria do Céu Whitaker Poças (São Paulo, 17 de abril de 1980), é uma cantora e compositora brasileira de música popular brasileira.

Iniciou sua carreira artística em 2002. Seu trabalho traz influências tanto de música originalmente brasileira (particularmente o samba), afrobeat, jazz, R&B etc. Já afirmou em entrevista que não rejeita o rótulo de MPB, mas considera que ele já ficou limitado:








"O rótulo de MPB ficou limitado. Ele é bem mais abrangente, afinal é música popular brasileira. E me considero isso. Quando vou fazer um som, me alimento do que gosto e, como muitos outros da minha geração, me alimento não só de coisas específicas. Gostamos de ouvir música da Jamaica, agora estou escutando música etíope. Não penso que tipo de música estou fazendo, implesmente faço um som."








CÉU -  RETROVISOR












CÉU -  BAILE DE ILUSÃO














CÉU E HERBIE HANCOCK  -  TEMPO DE AMOR











CÉU  -  CONTRAVENTO


 












CÉU  -  AMOR  DE  ANTIGOS












Amor de Antigos

Céu
 

Vem de longe
Da morada da memória.
Junto construímos história
Num calor de fim de tarde.
Eis que arde
Na lembrança de outrora.
Vem comigo mundo afora
Em qualquer lugar que eu ande.

Nhô nhô bebeu um gole de cada poro meu,
E feito vinho de caju, amarrei-lhe a boca
E nosso amor foi todo a prova de ebó.

Não teve um só que separou eu de nhô nhô.

Ah, nhô nhô.




















domingo, 28 de junho de 2015

GRUPO CORPO COMEMORA 40 ANOS COM NOVO ESPETÁCULO E MOSTRA SUA HISTÓRIA EM CANAL DA INTERNET






Com uma técnica apurada, somada à sensualidade, ao lirismo e à alegria que caracterizam a companhia, o Grupo Corpo, Companhia Internacional de Dança, permanece há 40 anos mostrando o resultado da fascinante combinação do clássico à dança popular brasileira.


















O Grupo Corpo foi fundado em 1975 e no ano seguinte apresentou Maria Maria com música original de Milton Nascimento, Roteiro e Argumento de Fernando Brant e coreografia de Oscar Araiz.


Maria Maria ficou em cartaz por 10 anos e foi apresentado em 14 países.
































De 1976 a 1982, o Grupo do Corpo colocou no palco 6 coreografias assinadas por Rodrigo Pederneiras. Seu irmão, Paulo Pederneiras, se tornou diretor artístico do grupo. Foi em 1985, com "Prelúdios", que a companhia conseguiu consolidar o sucesso de crítica e de público. O espetáculo apresentava a leitura cênica da interpretação do pianista Nelson Freire para os 24 prelúdios de Chopin.







































Em 1992, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras resgata a ideia de trabalhar com trilhas especialmente composta para o grupo e de abraçar influências tipicamente brasileiras. Nasce "21", com música de Marco Antônio Guimarães, do grupo Uakti.



































"Nazareth", de 1993, tem a inspiração nos contos e romances de Machados de Assis e na obra do músico Ernesto Nazareth. No palco, os bailarinos mostram a sensualidade das danças brasileiras de salão.











































Movimentos que aparentam ser uma série de esboços ou estudos coreográficos compõem "Sete ou oito peças para ballet", em 1994. São oito temas surgidos da fusão do trabalho do compositor norte-americano Philip Glass e do grupo Uakti. Os bailarinos apresentam um espetáculo que retrata movimentos que vão desde os característicos dos ensaios (treinos, esboços) até os próprios do acabamento das coreografias.



































De 1996 a 1999, o Grupo Corpo se faz companhia residente da Maison de la Danse, em Lyon (França), com os espetáculos "Bach", "Parabelo" e "Benguelê".

















Fotos: José Luiz Pederneiras






Atualmente, o Grupo Corpo conta com 36 obras, já passou por centenas de cidades, mais de 40 países, mantém 10 balés em repertório e realiza, aproximadamente, 70 apresentações anuais.





Samuel Rosa do grupo SKANK no ensaio do novo espetáculo





Veja como foi a visita do Skank ao ensaio do novo espetáculo e as primeiras impressões de Samuel Rosa sobre a coreografia de Cassi Abranches




 







As apresentações das obras do repertório, a história do grupo e o making of do espetáculo 2015 podem ser assistidos através do endereço: http://grupocorpo.com.br



















sábado, 30 de maio de 2015

DANDO UM MERGULHO ( Taking the plunge )












Nesta divertida animação um jovem muito tímido se vê em apuros quando sua proposta de casamento ideal é colocada em perigo. Ele é, então, forçado a mergulhar em águas desconhecidas para salvar seus planos românticos ...














Taking the plunge 




















Tadeu Andreades: Animação, Iluminação e supervisor de composição 


Marie Raoult: Personagem, Diretor Técnico, modelagem 


Nicholas Manfredi: Cinematografia, Story e Animação 


Música composta por Jerome Leroy 


Elizabeth Ku-Herrero:  Desenvolvimento & direção de Criatividade 










MÕNICA SALMASO - NA PRIMEIRA MANHÃ





























A POESIA  DE  ALCEU VALENÇA  

NA  VOZ  ÚNICA  DE  MÔNICA  SALMASO


















domingo, 8 de março de 2015

A ARTE DIGITAL DE MARCEL CARAM REAFIRMA OS PRECEITOS DO SURREALISMO











MARCEL  CARAM  






Marcel Caram é um artista digital brasileiro fascinado com o Surrealismo. Suas obras remetem aos conceitos que Salvador Dali e René Magritte usaram em suas pinturas, mostrando um pouco de um universo paralelo no qual a transcendência do fluxo do pensamento e dos sonhos tentam captar os mistérios da mente









































































































O artista brasileiro Marcel Caram abre  um diálogo em sua obra com duas referências icônicas da arte surrealista que surgem, imediatamente, em nossa memória no primeiro contato com seu trabalho: Salvador Dali e René Magritte. 











De Salvador Dali, a tendência ao absurdo, ao grandioso mundo imaginário que é desbravado e que nos convida às imagens que causam, até hoje, uma profunda e deliciosa estranheza. 













































































Mas é no universo do pintor belga, Rene Magritte que Marcel vaga em busca do antídoto inconsciente: O ordenamento dos objetos. O uso do espaço longínquo, a vastidão meticulosa, o jogo que nasce do questionamento entre artefatos reais e nossa relação com os mesmos, às vezes até, imperceptível, mesmo que íntima. 
























































































A luz percorrendo até aonde o olhar se perde, a solidão de personagens que parecem absurdamente iguais a nós em sua dimensão moldurada, a ausência de uma poluição visual, em outras palavras, certo enxugamento de ideias é um dos pontos que aproxima a arte de Marcel Caram a arte de Magritte.

































































































































































































































































A Arte assim como o ser humano é mutável. Suas linguagens se agregam a novas experiências, contemporâneas tecnologias e esta tornam-se, para o artista, ferramentas que possibilitam agregar a sua obra à outros elementos e lhe permite continuar criando o até então, inimaginável. 






























































Nascida do avanço tecnológico da metade do século XX, com a evolução dos hardwares e softwares, a Arte Digital trouxe ao mundo das artes novas abordagens que se disseminaram em intensos experimentos. 

























































































































































































LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...