domingo, 22 de fevereiro de 2015

Hipster in Stone - Toda Nudez Será Bem Vestida Na Arte do Fotógrafo Leo Caillard













Hipster in Stone  



por Leo Caillard







Este projeto intitulado "Hipster in Stone" foi criado em Paris, França, pelo fotógrafo Leo Caillard. O projeto conta com estátuas romanas vestindo roupas super hip. 










Imagens de esculturas clássicas são re-imaginadas e editadas de forma que as mesmas aparecem vestindo roupas contemporâneas num estilo hipster.








Quem pode dizer que os números apresentados na pedra do grego Agora não eram a maior representação da forma humana naquele momento? 

As estátuas desnudas revelam a magnificência da forma e do equilíbrio clássico, mas o que os gregos vestiam quando não estavam posando para escultores e artesãos?










Aparência, em todas as suas muitas nuances, representam também, em alguma medida, algo  do caráter humano. "Roupas constituem o homem", como William Shakespeare escreveu em Hamlet. 









O senso indica um vestido de prioridades, as escolhas, e o estilo de vida. 

Você está "in" ou você está "out"? 

Você está Hipster ou Classico? 





















Com quais tribos você se identifica na hora de se vestir? 

Qual tribo representavam os homens que na antiga Grécia posaram para estas estátuas do projeto "Hipsters in Stone"?

O fotógrafo Leo Caillard apresenta uma distorção sobre estes temas, tenta tirar o máximo do mundo Classico e adicionar um toque contemporâneo às esculturas usando calças cortadas, Ray Bans, camisas xadrezes e similares, e de repente esses ícones artísticos clássicos se tornam emblemáticas formas completamente novas.

































O trabalho de Léo Caillard pretende alterar a experiência de visualização das imagens em um ambiente de mídia mais saturado.

"Nós vemos milhares de imagens diferentes a cada dia ... As pessoas começam a perder a capacidade de refletir sobre o que elas estão olhando", disse Léo Caillard uma vez. 















O artista manipula fotografias para alterar as percepções dos espectadores e ativar novas formas de olhar, esculturas clássicas são re-imaginadas e editadas de forma que aparecem vestindo roupas contemporâneas, lançando assim um novo olhar sobre a arte. 






















































































































































































































O que é Hipster?









Hipster é uma palavra inglesa usada para descrever um grupo de pessoas com estilo próprio e que habitualmente inventa moda, determinando novas tendências alternativas.









O termo deriva de “hip”, um adjetivo inglês usado desde a década de 1940 com o significado de “descolado” ou “inovador”, designando os jovens brancos e ricos que imitavam o estilo dos negros do jazz.











No início de 2000, a palavra surgiu para classificar um grupo de pessoas que na maior parte das vezes tem entre 15 e 25 anos, geralmente de classe média, que combina peças de roupa de estilo moderno e vintage, compondo um look original.

Para criar o estilo extravagante, os hipsters resgataram alguns acessórios antigos como chapéus fedora e óculos escuros modelo wayfarer. As calças skinny, poá e alguns padrões de xadrez são destaque em suas roupas.







Normalmente os hipsters têm um gosto musical bastante distinto, não gostando de bandas e músicas muito comerciais. Normalmente gostam de ouvir Tom Waitts, Bob Dylan e bandas de rock alternativas. Têm preferência por filmes antigos e adoram frequentar brechós, feirinhas, galerias de arte e museus.







Gostam de contrariar as convenções sociais, têm antipatia pela cultura comercial dominante e procuram resgatar as culturas populares locais. São contra aquilo que é descrito em inglês como mainstream, palavra que descreve os costumes, tendências e modas mais populares e seguidas pela maioria.








































segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Steven Spazuk – UMA ARTE ARDENTE


















UMA  ARTE  ARDENTE







Steven Spazuk é um artista canadense que utiliza o fogo para desenvolver sua belíssima arte. Durante os últimos 14 anos ele aperfeiçoou uma técnica chamada “fumage”, que lhe permite usar a chama de uma vela ou a chama de uma tocha para criar suas pinturas com trilhas de fuligem.










Para criar a imagem de sua esposa, o artista recolheu os cabelos dela, perdidos durante o tratamento de quimioterapia para câncer de mama, e os transformou em um pincel com o qual realizou a obra acima.





De você fiz o desenho mais perfeito que se fez
Os traços copiei do que não aconteceu
Trabalhei você em luz e sombra
Preparei a minha tela
E com lágrimas que não brincaram com você
Destilei óleo de linhaça
E fiz, então, pincéis com seus cabelos
Fiz carvão do batom que roubei de você
E com ele marquei dois pontos de fuga

E rabisquei meu horizonte.


( Acrilic on canvas - música de Renato Russo - Legião Urbana )










Espontaneidade e oportunidade são o coração e a alma de seu processo criativo. Usando várias ferramentas, ele intuitivamente esculpe a fuligem deixada para trás resultando nas formas que aparecem na tela. Confira.



















Pinturas em preto-e-branco são feitas pelo artista canadense Steven Spazuk utilizando materiais nada convencionais: ele começa com uma folha de papel em branco e uma chama acesa, depois queima essa folha e com a fuligem vai criando imagens usando penas ou escovas.









Muitas vezes ele não sabe quais imagens pretende fazer, pois o processo de criação sempre tem um elemento de espontaneidade aleatória. 































































































































































































ARTISTA CRIA OBRA EFÊMERA COM 66.000 COPOS E ÁGUA DA CHUVA
















Para sensibilizar a consciência  da população quanto às questões relacionadas à água, o artista Belo produziu em 2013 uma obra efêmera na qual utilizou 66.000 copos contendo água da chuva com tinta. 













Simulando em várias tonalidades os níveis de impureza encontrados na água ao redor do mundo, a obra de 3600 metros quadrados reproduz a imagem de uma criança no ventre, enfatiza o quão essencial é a água para todos os seres vivos, mesmo antes de nascer.
























Curiosidade: para realizar a obra o artista gastou 66.000 copos compostáveis e biodegradáveis, 15.000 litros de água colorida da chuva, 1 kg de tintura vegetal, mais de 100 voluntários, 62 horas de trabalho. 






Colocados ponta a ponta os 66.000 copos mediria 5,2 quilômetros de comprimento.





























quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Compositor brasileiro recria melodia inspirado em pássaros num fio elétrico






Ao ver no jornal uma foto de passarinhos descansando num fio elétrico, o compositor brasileiro Jarbas Agnelli teve uma inspiração e testou para ver qual seria o resultado de sua ideia. No lugar de cada pássaro, ele desenhou uma nota musical.









Certa manhã, ao ler um jornal, Jarbas Agnelli viu uma fotografia de pássaros em um fio elétrico. Ele recortou a foto, pois sentiu-se inspirado a fazer uma música usando a localização exata dos pássaros pousados na rede como notas musicais. O músico ficou curioso para ouvir a melodia  que as aves criaram. Ele enviou a música para um fotógrafo chamado Paulo Pinto, que mostrou-a a seu editor, que por sua vez contou o fato a um repórter e a história terminou com uma entrevista no jornal.  


Jarbas Agnelli acabou Vencedor do YouTube Play Guggenheim Bienal Festival.
















"Eu vi essa foto de pássaros nos fios elétricos  e resolvi fazer uma música usando a localização exata dos pássaros como notas. Eu estava apenas curioso para ouvir o que melodia os pássaros estavam criando."


 Jarbas Agnelli 




































As andorinhas de Antônio Nobre



Cassiano Ricardo





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sos

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tal

as
an
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ri
nhas
gri-
tam

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fal
ta
de u-
ma
cl'a-
ve
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O poema do escritor modernista Cassiano Ricardo (1895-1974) chamado "As andorinhas de Antônio Nobre" foi musicada na década de setenta por João Ricardo , integrante do grupo "Secos & Molhados" e consta no álbum ALBUM SECOS & MOLHADOS (1973).







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