LAVRAPALAVRA

Cultura é toda forma de intervenção humana na natureza transmitida de geração a geração, nas diferentes sociedades; Criação exclusiva dos seres humanos; Ela é múltipla e variável no tempo e no espaço, de sociedade para sociedade. Este blog pretende dividir um pouco da cultura engendrada pelo homem de todas as épocas e lugares, de todas as áreas do conhecimento humano, especialmente das artes, ciências e filosofia.

sábado, 29 de março de 2008

Êxtase e Gozo

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O Silêncio me põe catedrais... Descerro sacralidade no peito e erro pela nave atemporal! O eterno me atravessa!!! Soa o avesso si...

O Vôo do Corvo

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A cor do desamor g.o.t.e.j.a..l.e.t.r.a.s... ...cáusticas... de puro a.noite.ser nu olho duro do meu verso ...c.i.n.e.r.a.d.o......

Sol Posto

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Para que o amanhecer, as alegrias azuis, o ar sensível, risonho, o sonho de claridade e a jovem cidade acordando? Para que len...

Nevasca

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"Olha para mim, não há nada mais triste que um homem morrendo de frio!" e afinal do que adianta estar aqui, ali ou acolá,...
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

...ainda

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. permanência este decalque fixo: cruz de ama.dor. Cão que ladra e morde!!! Cravo da fixação, madeira do medo. Dente latejante na polpa hemo...

CURTUME

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O sol por um triz: outra vez tudo se põe! O que me toca nesse ir é o frio febril... Tremular da alma doente. Quando é que a Dor s...

De Longe...

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Quando, exatamente, a primeira luz oscilou doente? Quando a tibieza fria fez seu indolente gesto pela primeira vez? Quando a p...

MEU

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A seda escapou-me por entre os dedos... A sonata decompôs-se por entre as pautas: as notas todas pelo chão...Todas as notas!!! O sone...

DOS MALES

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                                                                            Ide a mim para ver: é de sangrar até morrer. Ide a m...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

DOR

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Passo morto a estrada vã sou eu. desabrida t.erra de semea.dura pétrea Muito veneno para um só coração: Infernal - ofídio! É ...

Ruínas

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? e o q mais o q sobrou de tudo o que restou soçobrou o quê, meu Deus?!! Só as vozes das ruínas respondem: ecoam doridas O ...
sábado, 26 de janeiro de 2008

CÍTRICA

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FORA DO P.RUMO O RUMO DA VIDA   FICOU COMO SE ALGOS HOUVESSE dolorosaMENTE PART/IDO NA ESPINHA DA EXISTÊNC...

Infernal Temporada

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O demônio urra cuspindo as frágeis penas da presa: me consumo entre estertores... Penas do amar apenas ave entre mandíbulas na...

AUSÊNCIA

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Acordei em prantos doridos criança cuja mãe morreu: eu sozinho... ... ...tão sozinho... é que... ...
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Só

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São os gris pelos pelo corpo que sinalizam: pincéis! A arte do pintor cruel! Peitoqueixocabeça à beça! Glaceados de amaro açúcar: G...
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

MATILHA DE UM SÓ

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Uivo lancinante uivo eu, cão danado, atravesso meu avesso Noite sem fim... Eu não me acabo nunca! Noite densa... Meu grito c...
terça-feira, 8 de janeiro de 2008

LUVA

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O inevitável, enfim: perdeu-se da minha, sua mão! Um gesto assim: aéreo resto da imprecisão. Luva vazia afagando a dor... Tudo tã...
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Papiro, o papel do Egito: os passos da história nas páginas do Egito. O livro caminha e leva consigo a alma do mundo.

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De como eu me encontro na poesia que vem da música de Vitor Ramil - A Estética do Frio.

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SOMENOS

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Do tanto que perdi o quanto me sub.traí - Só eu sei... A carne descolada do osso, o espírito do corpo. A le...
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